01/04/2013

Baghdad: um árabe muito além da esfihaRJ

Gabriela Rizzo Bins

O sol e o calor que imperam em praticamente todos os finais de semana no Rio de Janeiro deram uma trégua no último domingo. Já que o tempo estava nublado, resolvi chamar as amigas para um almoço no Baghdad. Restaurante de um  iraquiano chamado Vector Palis, localizado em Copacabana.  A fachada, que  chama a atenção de qualquer passante,  é inspirada no Portal de Ishtar, na antiga Babilônia.

Confesso que foi aqui  no Rio de Janeiro que me aproximei mais da culinária árabe. Em Porto Alegre quase nunca comia nem sentia o cheiro de uma esfiha ou de um kibe (sendo super clichê), pra não falar dos pratos mais elaborados. Isso  porque a maioria dos imigrantes árabes  não deram muito “as caras” pelo Sul, e sim mais por SP, MG e Rio. Bom, voltando ao assunto... O restaurante é pequenino e super bem caracterizado. Sentamos no segundo andar, e subindo as escadas me deparei com essas mangueiras de narguilé.

Sim, lá o narguilé faz parte do cardápio, e aí estão as bases de vidro (suporte) que colorem o ambiente...

 Essa é a foto das essências/fumos para você escolher, antes de subir para a mesa. Legal, né?

Além disso, fiquei sabendo que todas sexta e sábados rola até dança do ventre! Achei demais e quero ir de novo noutro dia!  Bom, começamos os trabalho  e fizemos os pedidos. Já que estávamos entre 5 pessoas, achamos uma boa pedir o “Dasra”, um prato que tinham várias coisinhas básicas da gastronomia árabe: falafel, kibe, coalhada seca, pasta de grão de bico, esfiha e tabule. Olha que lindo!

Trocamos a esfiha da praia, por estas: pequenas e super sabororsas!

O falafel era tão bom, que pedimos outra porção. E a foto que me restou fazer foi essa aí, restando apenas um no prato. Tinha um gostinho de canela todo especial!

Pra acompanhar tudo isso, pedimos também essas batatas à moda Libanesa: fritas, picantes, com cebola crocante  e coentro!

E também um kibe cru. Com azeite, no pão árabe fica uma delícia! Fica a dica!

Já ia esquecendo de mostrar o babaganoush, pasta de berinjela grelhada e tahine.

Pra finalizar, pedi um daqueles docinhos super árabes, com aquela massinha crocante. Esse é o ninho de Damasco.

A conta saiu em torno de 40 reais por pessoa, com cafezinho e bebida. Saímos de lá super satisfeitas e com vontade de voltar numa noite qualquer para aproveitar tudo que o Baghdad oferece! 

Restaurante Baghdad
Rua Bolívar, 45 – Copacabana
Rio de Janeiro/ RJ
Fone: (21) 3208-3621
www.restaurantebaghdad.com.br
Aceita todos os cartões

Gabriela Rizzo Bins